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Mensagens Diversificadas
 


 
 

OS CARNAVAIS DE CADA UM...

                                     OS CARNAVAIS DE CADA UM...

Hoje é domingo 06h15min da manhã, a esposa viajou, foi de carona com o genro, a filha e os dois netos, o condutor foi visitar os pais  que moram em Campo Grande, o percurso é um pouco mais de 1.000 km.,  viagem cansativa, que têm ser feita  com os cuidados habituais, pois neste período em que o feriado de carnaval se estende há praticamente cinco dias, o número de veículos aumenta consideravelmente...

 

Que fazer? A nós que ficamos?

 

Poderemos dar início ou terminar a leitura de um bom livro, assistir aquele DVD a muito protelado;  e há  os costumeiros compromissos; tratar os quatro cães desta filha, o do vizinho, e “olhar”,   casa do outro que foi para praia,  curtir o carnaval, num merecido “descanso”, muito embora já esteja aposentado há alguns anos...

 

É a rotina de nossa vida que já estamos completando 70 carnavais. Nos idos tempos, - década de 80. - participamos junto à família nos salões dos clubes:  Santa Maria e Rio Branco, que faziam a festa em conjunto em dias alternados, a fim de diminuir os custos das orquestras...

 

A festa carnavalesca de hoje, - e já faz alguns anos. - o turismo está agregado, movimentado os hotéis, a indústria ligada ao setor,  visto que, há a vinda de centenas visitantes de várias nacionalidades que vêem visitar o país, para ver, participar,  daquele que tem a chancela de ser  “ o maior carnaval do mundo”,   e  isto  nos faz  refletir em seus reais valores...

 

Comumente, neste período os órgãos públicos através da  - TV  é feito um alerta aos “foliões”: protejam-se, numa alusão direta,  que a festa popular está ligada a sexualidade descompromissada, pois se isto não for feito, na sequência poderá haver a contaminação com  “seqüelas”,  que não têm cura, mas atenuantes com a permanente prescrição de medicamentos para o resto de suas vidas...

 

Não deixa de ser muito triste o atual quadro que chegamos, destes “tempos modernos”, que nos fazem ponderar, por efetivas mudanças de comportamento do uso da própria sexualidade em si, que pode ser afetada de modo irreversível, como “pagamento”, dos que querem praticar e viver “intensamente”,  do sexo sem amor, mas por mero instinto...  

 

Isto nos faz  refletir, das vantagens e das perdas, em que a sociedade deveria rever conceitos,   se persistir neste atual quadro vale a pena, na tradição de uma festa pagã, dos tempos da antiga Roma, que foi  inserida no calendário Cristão? Esta reflexão não visa criticar, pois é na conduta de cada um que se expressa o seu nível de ser: somos o que pensamos, e buscamos aquilo que neste exato momento, parece o que é melhor para nós; nem sempre o caminho escolhido é o da responsabilidade, e as consequências estão estampadas na sociedade que carece de efetivas mudanças, na busca de reais valores: a ética, o amor, o  respeito, pois nada é mais triste do que  desrespeitar os sentimentos alheios, no afã de “aproveitar a vida”, cujas maléficas consequência podem vir “amanhã”, com amargos arrependimentos e difícieis ressarcimentos...

Um bom carnaval, pois todos estão subordinados a este feriado prolongado...

Curitiba, 19 de fevereiro de 2.012 - Reflexões do Cotidiano. - Saul

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 11h30
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PALAVRAS QUE ENALTECEM A AMIZADE...

                            AS PALAVRAS ENALTECEM  A  AMIZADE...

 

Querida amiga..., agradeço por me emprestar estes três  livros; Os Dragões, Mais Uma Vez é Preciso Recomeçar e Calunga Fique Com a Luz... Vou lê-los com muita atenção e carinho, com gratidão pela sua amizade. Sei que você voluntariamente inicia uma nova etapa de sua vida...

Com novos desafios, numa prova eloqüente que a vida é uma rara oportunidade que nos é ofertada; não nos prazeres fúteis, vazios, que pouco irá  acrescentar em nosso aprendizado; viver intensamente é aproveitar para engrandecer-se no campo moral e intelectual...

 

Você terá um desafio de seis anos, * na primeira etapa. Não desanime, pelos obstáculos que irá encontrar; em muitas ocasiões, poderá vir o desânimo; compensará tanto esforço  e dedicação? Valerá a pena? Persista... É nas dificuldades que aprimoramos  nossa capacidade de superações.

 

Aqui, estaremos vibrando por você, almejando seu sucesso. Quando nos gostamos de alguém, desejamos que permaneça ao nosso lado, entretanto, pelos caminhos da vida, há a separação, em função de atividades diferentes; aqui estaremos, em nossas “tarefas repetitivas”, talvez necessárias a nós no atual momento, mas, aos que tem afinidade espaço e tempo não nos separam em definitivo, haverá sempre a esperança de um novo reencontro, analisando, então, as  conquistas   de mais uma peregrinação terrena e o  analise sincero das  superações das vicissitudes que foram transpostas,  com paciência, resignação e o desenvolvimento de nossa capacidade de vencê-los...

 

Até breve e aceite o fraternal abraço do   amigo de sempre, que deseja a você, êxito e a felicidade que merece. Saul

 

Em tempo: Se, tiver saudade, há o “correio eletrônico”, que você não gosta muito de usar... 

 

* Durante muitos anos exerceu a medicina veterinária; optando por fazer medicina humana; após dois anos de curso preparatório, - aliado ao trabalho   na clinica, -    conseguiu passar no vestibular; que é  de difícil acesso, pelo número de pessoas que concorrem...

Há um artigo nosso de 14 agosto de 2.011- Retratos da Vida...

                                                                                                                                                                 Curitiba, 15 de fevereiro de 2012- Reflexões do Cotidiano- Saul

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 20h57
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RETRATOS DA VIDA IV

                                              RETRATOS DA VIDA IV

                                       (Uma casa e várias lembranças...).

              As lembranças dos fatos que sucintamente iremos narrar parecerão para alguns de nossos prezados leitores(as) mera ficção, mas os acontecimentos foram verídicos, e por uma questão de ética, preservaremos seus nomes,  pois já há alguns anos eles  não estão mais  neste plano; ao recordá-los é natural que nos envolvemos por forte emoção, pois está ligada a nossa família consangüínea...

               Corriam os primeiro anos de nossa pacata Curitiba da década de  50; nossa avó, espírito imbatível, diante dos reveses da vida, guardava sempre dentro de si, ânimo, coragem e persistência diante das dificuldades de toda ordem, que envolvem a muitos, - inerentes a um “mundo de provas e expiações”.

               Nada a fazia esmorecer; no passado fora  agraciada com a facilidade financeira, porém, no momento o quadro mudara; enfrentava agora a carência, com recursos mínimos para a sobrevivência...

              Abnegada mãe, tivera oito filhos, três do sexo feminino e cinco do masculino; naquela época já estava viúva, os filhos já tinham assumido suas vidas; um filho e uma filha, ambos solteiros permaneciam com ela, este filho, era militar, tinha participado da FEB na Itália, já no acaso da Segunda Guerra Mundial, ajudando com recursos na despesa da família...

              A rua da casa que morávamos, terminava na frente do quartel do Bacacheri. Por não ser  pessoa acomodada e para ajudar no orçamento doméstico, resolveu  oferecer refeições a alguns militares, foi um sucesso e teve que limitar as vagas...

             A filha mais nova estava noiva, quando conheceu uma das pessoas que ali veio a fazer as refeições; já havia prestado o  serviço militar, porém, o comandante do regimento, o contratou para concluir serviços de pintura artísticas* nos alojamentos...

              Foi provavelmente um  reencontro, de compromissos que, por um determinismo divino, se juntariam novamente, a fim de darem sequência as suas experiências reencarnatórias, de expiação e provas, no eterno aprendizado de cada um...

             Nesta nova situação; “amor à primeira vista”, ambos romperam os compromissos de noivado; neste meio tempo,  e  foram incentivados a irem a um Centro que existe até hoje, (Centro Espírita Antonio de Pádua).

            Na sequência, houve um fato que consolidaria a união de ambos; a direção da Casa resolveu ensaiar uma peça de teatro do Professor Leopoldo Machado, que escrevera um livro com peças teatrais, para incentivar as artes nas mocidades espíritas, em franco desenvolmento em todo o país...

           Eles foram os escolhidos ao papel de esposo e esposa da peça de teatro e mais tarde foi apresentado numa sociedade com total lotação de público.

            Terminado o trabalho em que fora contratado, e agora assumindo o compromisso de uma vida a dois, busca a estabilidade, ingressa e faz  carreira na Polícia Militar do Estado do Paraná; em mais uma vez o seu dom nato é reconhecido...

           O casal teve quatro filhos, com as dificuldades naturais de quem dispõe de poucos recursos financeiros.

            Os cônjuges  sempre acalentaram o sonho da casa própria, enquanto isto era protelado tiveram que mudar várias vezes de endereços...

            O tempo passa célere para todos, os filhos cresceram, com as responsabilidades de darem diretrizes as suas próprias vidas.

            Ele se aposenta, e, lhe oferecido um trabalho numa empresa de economia mista, isto veio dar um melhor equilíbrio financeiro ao orçamento doméstico e com a real possibilidade de conseguirem finalmente adquirir  sonhada residência e ficarem livres do ônus do aluguel e constantes mudanças...

              A esposa sempre que possível o ajudava com alguma atividade, embora com a saúde precária, pois fora submetida séria cirurgia vascular, - em São Paulo, em face que aqui ainda não dispunham destes recursos. –

             Repentinamente o esposo adoece e inesperadamente com um pouco mais de 50 faz a sua passagem par o “lado de lá”, fica só, com o compromisso encaminhar os filhos para dar andamento em suas vidas...

            Uma de suas últimas atividades foram enfermeira e  dama de companhia; administrar as tarefas domestica atender as crianças do casal, e eventualmente fazer companhia na locomoção da anfitriã.

            Além deste provento de seu novo trabalho, e o recebimento das duas pensões do marido, dão o total equilíbrio às despesas domésticas. Com o seguro de vida, recebido pela morte do marido, finalmente se concretiza a compra da moradia protelada há várias anos em face das dificuldades; e, nos fomos os “agentes”, desta real possibilidade. Bem próximo de onde moramos, havia uma casa a venda, num conjunto habitacional construído há algum tempo. A compra foi realizada, com uma entrada e ela assumira as prestações restantes para quitação do imóvel, que foi devidamente registrado em cartório...

           Comumente se diz que a felicidade não é deste mundo, quando a vida estava mais amena, os filhos encaminhados para cuidarem de suas vidas, após suas formação profissional, quando vem a  falecer,  -  nos primeiros anos da década de 80, -  completara um pouco mais de 50 anos...

           Nesta semana, acompanhamos um  neto que fora buscar o seu carro no conserto, cujo local fora sua casa, os filhos a venderam, e a mesma foi demolida e no local  foi construída esta oficina mecânica...

           A vida de seu esposo guardava um mistério, vindo à tona somente após o seu falecimento; seu filho se formara advogado, quando se inteirou sobre os reais fatos da vida do pai; na mocidade viera foragido de Portugal, em face da ditadura lá reinante, indo parar na Bahia, alegando ter perdido todos os documentos tirou uma nova identidade, com o mesmo nome, exceto, o sobrenome,  que foi de  propósito não acrescentado. Com a queda da longa ditadura,  as autoridades procuravam os foragidos políticos para darem a eles a cidadania perdida.

          Este filho foi a Portugal conheceu os parentes, (neste meio tempo uma tia sua já os tinha encontrado e passou a residir com eles. ) deu a família verdadeiro sobrenome do pai falecido, omitido por longos anos em face das perseguições políticas que estavam sujeitos enquanto a ferrenha ditadura de Salazar perdurasse.  

 

*Possuía um dom nato à pintura, as paredes do alojamento foram pintadas com figuras quase em tamanho real; o Grito do Ipiranga, a Batalha de Guararapes  etc. A preparação das paredes foi por um processo que desconhecia, mas teve por intuição, a fim de que pudesse executar o trabalho com perfeição; era exímio desenhista em          desenho preto e branco com lápis crayon. Numa prova evidente, que experiências do pretérito, - vivências. - eventualmente podem se  manifestarem como um  dom-nato... 

 

Um feliz feriado de carnaval a todos. E até a próxima Reflexão do Cotidiano, se Deus assim o permitir.

.

Curitiba,  17 de fevereiro de 2.012 – Reflexões do Cotidiano - Saul

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 20h54
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FINAL DOS TEMPOS...

                                             FINAL DOS TEMPOS...

                                   (Momentos de Transições e Decisões).

                    Após alguns dias de calor fora do comum em nossa cidade, as temperaturas ficaram mais amenas e no momento 06h40min minutos da manhã chove, umedecendo  o solo no permanente ciclo  da manutenção da vida...

                   Ontem, indicada por uma amiga, assistimos pelo Youtube, uma palestra de um pouco de  mais de uma hora de uma médica*;  com excelente conteúdo doutrinário: Nova Espiritualidade Terrestre. Seus estudos se baseiam nas obras de Francisco Cândido Xavier, - com destaque a obra de Emmanuel: A Caminho da Luz e a célebre obra de Edgard Armond Os Exilados de Capela.

                    Embora para alguns os assuntos pareçam serem repetitivos; o conteúdo em si continua sendo de grande valia e  importância para o momento presente de “definições” que a humanidade se encontra; opções, escolhas, o que buscamos?  O que queremos?

                   O mundo não “acabará” em 21 de dezembro de 2.012, - de acordo com o calendário Maia. . - com as catastróficas previsões, que ganham a mídia pelas mais diversas modalidades; mas, com certeza, são ciclos que se interagem, nos dois planos. - “físico” e “espiritual”. - exigindo mudanças de comportamentos, pois  cada um dará e fará um “prova”, se vai  “passar de ano”, e se terá condições de permanecer nesta “escola”: a    Terra, milenar e abençoada escola, que foi berço de milenares civilizações que deixaram vestígios em todos os recantos de nosso Planeta; que incansavelmente tem dado abrigo temporário, nos dando condições de Vida! O ar, a água, o alimento, condicionado à grande maioria com sacrifícios  de outras formas de vida...

                   São momentos decisivos, que requer a participação de todos; dos dirigentes políticos, mandatários temporários do “poder”, atitudes coerentes, sobre as necessidades e as prioridades... Cada um, certamente responderá por si: o que fazemos, e como procedemos neste “final dos tempos”, antevisto por Ele* a mais de dois mil anos; a separação do “joio” e do “trigo”, e, simbolicamente o “joio”, podem representar os espíritos “rebeldes”que relutam em incorporar os reais valores: o altruísmo, os interesses “espirituais” acima dos “materiais”; e neste caso irão habitarem mundos condizentes com o seu nível de ser; segundo as afirmações de Mentores Espirituais, esta “seleção”, já algum tempo está se processando...

                   Os primeiros são aquisições eternas; e que levaremos na ora de partir. Quantas vezes isto já não foi feito ao longo de nossa caminhada evolutiva?

                   A segunda é a busca dos valores em que em inúmeras ocasiões afoitamente o buscamos, na ilusão que permaneceriam conosco para sempre, e, mais uma vez fomos iludidos, com a oportunidade perdida, para o nosso real engrandecimento...

 

Final dos tempos, limiar de uma Nova Era, momentos de transição, de decisão, o que buscamos e o que queremos?    

 

 *Dra. Mônica de Medeiros, médica cirurgiã, formada pela Universidade de Campinas (UNICAMP) em 1.983

 

* Nos referimos obviamente a Jesus, o maior Avatar que a humanidade recebeu cujo nível de evolução transcende a nossa compreensão; pois foi, na condição de colaborador direto da Divindade o co-criador de nosso Sistema Solar.

Curitiba, 14 de fevereiro de 2.012- Reflexões do Cotidiano-

Saul(walmor.zimerman@bol.com.br     

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 11h59
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HOMENAGENS INESPERADAS...

                                        HOMENAGENS INESPERADAS...

                                     (Muito além de suas pátrias de origens)

                  Assisto a um programa de TV local; *contando a formação de um dos bairros de nossa cidade, que teve seu início com o loteamento de uma antiga chácara, - Schaffer- no final da década de 60,  cuja neta do antigo proprietário, solicitou a  Câmara Municipal,  que as ruas  que seriam abertas, homenageassem antigos músicos do século XVII e XVIII. A família há várias décadas sempre cultivava o gosto pela música clássica, principalmente através do piano. As composições eram executadas, admiradas e valorizadas...

                As ruas, com as placas e  os nomes dos célebres compositores de fama mundial, apesar de há muitas décadas não estarem mais entre nós, permanecem vivos na lembrança dos que ali transitam.

                Ao mesmo tempo em que a câmara focalizava as placas com os respectivos nomes dos eméritos músicos, o maestro O.C. sucintamente com muita propriedade, ia narrando a vida e obra dos homenageados, com esta inusitada e inesperada homenagem, muito além de suas pátrias de origens; e os nomes iam surgindo* alguns que nos lembramos estão relacionados abaixo; muitos precocemente na primeira infância apresentavam talento nato para a música... 

 

R.  (Johann Sebastian Bach - 1.685 - 1.750)

R.  (Ludwig Van Beethoven - 1.770 -  l.827)

R.  (Wolfgang Amadeus Mozart - 1.756 - 1.791)

R. (Niccolo Paganini - 1.782 - 1.840)

R.  (Franz Peter Schubert - 1.797 - 1.828)

R.  (Robert Alexander Schumann - 1.810 - 1.856)

R. (Bartholdy Mendelssohn - 1.809 – 1847)

R. (Richard Strauss - 1.864 - 1.949)

R. (Wilhelm Richard Wagner 1.801 - 1.883)

 

           “Coincidentemente”, estes missionários da música “aportaram” no final do século  dezessete e dezoito; - e muitos outros que estamos deixando de mencionar. - impulsionadores do dispertamento e a sensibilidade que permanecem até hoje; cada vez que nos ligamos para sermos envolvidos com os perenes acordes de suas músicas que nos emocionam para uma maior valorização do que denominamos vida...

           Seres iluminados que vieram a nós, e, com certeza traziam “bagagens”, não oriundas desta vida tão somente, mas de aquisições de outras, quem sabe, aquinhoadas de outras vivências, não restritas a este Planeta, mas de mundos semelhantes ao nosso, porém, em condições mais adiantadas, provando que não estamos entregues  ao léu, mas há uma Planificação Divina, para o dispertamento do progresso, em todas as áreas do conhecimento humano; em que  as músicas, bem como a oração se constituem em “alimento” das almas para apaziguar os momentos de tristeza e melancolia; abastecem-nos com novo ânimo nos dando as condições de prosseguir na nossa caminhada evolutiva, hoje, amanhã e sempre...   

 

Curitiba, 11 de fevereiro de 2.012- Reflexões do Cotidiano- Saul

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*Nomes e números compilados do Google

*TV Sinal da Câmara Estadual de Curitiba. 

   



Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 21h47
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Os Sofrimentos de Cada Um...

                       OS SOFRIMENTOS DE CADA UM...

 

Sempre que temos oportunidade, sintonizamos a Rádio Educativa, das 08h00min as 08h30min horas; é levado ao ar um programa de entrevista, quase todas têm um excelente conteúdo dignos de reflexões...

 

A de hoje foi com um jovem advogado, Senhor G... com extrema dedicação as pesquisas a história de nosso país, principalmente com os fatos mais antigos, demonstrando conhecimento e memória privilegiada. O assunto inquirido pelo entrevistador, Senhor C... foi sobre quarta e última imperatriz do Brasil Tereza Cristina.

 

Quando aqui chegou, - 1.843. - veio, conforme acertos políticos da época, para casar-se com Imperador Dom Pedro II, então com 18 anos e ela tinha 22. Apesar da pequena diferença de idade, isto não constitui problema; o futuro marido somente a conhecia por um retrato, razão pela qual deveria estar ansioso para conhecê-la pessoalmente; era uma manhã chuvosa, quando finalmente se deu o esperado encontro... Há princípio ficou um pouco decepcionado: a mulher que se apresentava como sua futura esposa, não tinha os encantos físicos esperados, - convenhamos,  duram  por  um limitado tempo. -   isto em parte até esmoreceu o compromisso de casamento, mas aconselhado pelos auxiliares  mais diretos, o convenceram que o compromisso não poderia ser rompido, pois causaria um mal estar entre os países  envolvidos...

 

Aos poucos foi rompendo as barreiras,  angariou simpatia, tinha qualidades,   pois era portadora de atributos  da alma, que o tempo não conseguiria desfazer;  culta em todas as áreas do conhecimento humano, com especial destaque a arqueologia, mãe dedicada, esposa amiga nos momentos de tensões políticas, e sobre tudo é reconhecida como alma caridosa, * para os desvalidos da sorte, que, através de suas abençoadas mãos encontravam eficazes ajuda, nos momentos mais graves de infortúnios. Tanto é verdade, quando se deu o exílio forçado da família imperial, roga aos novos detentores do poder, não deixassem os seus socorridos sem amparo...

 

Com certeza, foi uma provação rude: deixar o Brasil após 46 anos, passou a amá-lo como se fosse sua própia pátria; chegando a Portugal cidade do Porto,  logo depois falece segundo alguns historiadores de tristeza... “Suas ultimas palavras teriam sido: “Brasil terra abençoada que nunca mais verei.” Era 28 de dezembro de 1.889”

 

Dom Pedro II, extremamente amargurado e saúde abalada, vai  viver seus últimos dias em Paris, num modesto hotel; ainda têm força e ânimo para ir a Biblioteca Pública de Paris, para fazer sua carteira, para ter acesso a empréstimos de livros: o atendente pergunta seu nome... Sua profissão... Chora ao dizer ex Imperador do Brasil, o que deve ter causado espanto e admiração diante  daquela  venerável figura, no acaso de sua existência...

 

O sistema republicano estava finalmente institualizada; com promessas de novos tempos e de  um novo Brasil,  não mais se tiraria “vantagens” dos que vivessem ao lado das “benesses” do poder; com a promessa de uma nova era, iria se iniciar, com direitos e deveres, e todos seriam iguais perante as leis, para um país mais solidário e justo em todos os aspectos...

 

Na prática, porém, estamos longe disto, não é suficiente trocar tão somente o nome do regime instituído, é preciso sobre tudo à modificação do comportamento de cada um; os valores da ética, incorporados,  com destaque à  honestidade nos mínimos atos, - em que alguns dos atuais governantes estão sempre sobre suspeita. -  finalmente tenhamos uma pátria realmente mais solidária, em que as necessidades de meu próximo também sejam as minhas necessidades...

*É enaltecida e reconhecida como alma extremamente caridosa, deixando em sua vida um rastro de luz em incansável ajuda aos que necessitavam do amparo para os seus sofrimentos...

*Ela chegou ao Brasil, em 03 de setembro de 1.843; acompanhada de seu irmão, príncipe Luiz, conde  de Aquila, que se casaria com Dona Januária, irmã do Imperador.

*A última Imperatriz do Brasil nasceu em Nápoles, em 14 de março de 1.822  e faleceu na cidade do Porto, em 28 de dezembro de 1.889, portanto viveu 67 anos.

Desta união tiveram quatro filhos. Com destaque a princesa Izabel, a redentora.

*Dom Pedro II, nasceu no Rio de Janeiro em 02 de dezembro de 1.825 e faleceu em Paris, em 05 de dezembro de 1.891 com 69 anos.

* Números compilados do google

 

Dom Pedro II dedicou estes versos, esposa recém falecida...

 

     À Imperatriz

 

Corda que estala em harpa mal tangida,

Assim te vás, oh doce companheira

Da fortuna e do exílio, verdadeira

Metade de minh’alma entristecida!

 

De augusto e velho tronco hastea a partida

E transplantada em terra brasileira,

Lá te fizeste a sombra hospitaleira

Em que todo o infortúnio achou guarida,

 

Feriu-te a ingratidão, no seu delírio;

Chaiste, e fico a sós, neste abandono,

Do seu sepulcho vacilante cino!

 

Como foste feliz! Dorme o seu somno,

Mãe do povo, acabou-se o teu marthyrio,

Filhas de Reis, ganhas-te um grande throno!

 

Terminamos nossa modesta Reflexão do Cotidiano de hoje, lembrando aos prezados leitores(as), que no primeiro livro psicografado por Francisco Cândido Xavier: Parnaso de Além Túmulo há uma poesia de Dom Pedro II, numa prova eloqüente que a vida continua...

 

Curitiba, 04 de fevereiro de 2.012- Reflexões do Cotidiano- Saul

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 23h19
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ORAÇÃO:A PROPULSORA DA FÉ!

                               ORAÇÃO: A PROPULSORA DA FÉ!

São quase seis horas da manhã, abro a esmo o Evangelho* , coincidentemente cai no Capítulo XXVIII Coletânea de Preces Espíritas.

Quantas vezes já o lemos? Mas com certeza cada vez que o relemos, mais aprendemos e alicerçamos a própria Fé; diante dos problemas existenciais que se fazem presentes, no dia-a-dia da sociedade em que os valores da ética parecem esmorecer diante do comportamento de parte da sociedade...

 

A prece, a oração, nos fortalecem, dando a Fé, a coragem para não esmorecer, mesmo diante dos percalços da jornada; que vêem a nós para o nosso aprendizado, não que ela, - a oração. - evite as eventuais provações, inerentes ao nosso nível espiritual, mas ela é a fortaleza para serenar nossa alma, das vicissitudes, em função de um Mundo de Provas e Expiações; a oração sincera nos dá a condição de a tudo superar, sem queixas e lamentações...

 

Como não poderia deixar de ser o Capítulo, faz uma minunciosa interpretação da célebre oração encinada por Jesus o Pai Nosso, cujo conteúdo de suas palavras, se já fossem colocados em prática teriam refletido em efetivas mudanças para que estivéssemos vivendo num mundo melhor para todos; independente de suas próprias convicções religiosas, que dariam lugar ao sentimento de religiosidade, nos atos de cada um, culminado no respeito e amor ao próximo.

 

 Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome!

(Vamos nos restringir a transcrever alguns tópicos; deixando aos nossos prezados leitores(as) de o lerem na íntegra).

 “Cremos em vós, Senhor, porque tudo revela vosso poder e vossa bondade. A harmonia do Universo testemunha uma sabedoria, uma prudência e uma previdência que suplantam todas as faculdades humanas;”...

 

 Venha o vosso reino!

“Senhor, haveis dado aos homens leis cheias de sabedoria e que fariam sua felicidade se as observassem. Com essas  leis, fariam reinar entre eles a paz e a justiça; se entre ajudariam mutuamente, em lugar de se prejudicarem como o fazem; o forte sustentaria o fraco em lugar de esmagá-lo; evitariam os males que engendram os abusos e os excessos de todos os gêneros. “...

 

 Seja feita a vossa vontade, na Terra como céu!

“Se a submissão é um dever do filho com relação ao pai, do inferior para com o superior, quando não deve ser maior a de criatura com relação ao seu Criador. “...

 

Daí-nos o pão de cada dia.

 Daí-nos o alimento para a manutenção das forças do corpo; daí-nos também o alimento espiritual para o desenvolvimento de nosso Espírito. “...

 

Perdoai as nossas dívidas, como nós as perdoamos  àqueles que nos devem. Perdoai

nossas ofensas, como perdoamos àqueles que nos ofenderam.

“Cada uma das nossas infrações às vossas leis, Senhor, é uma ofensa para conosco, e uma dívida contraída que nos será preciso, cedo ou tarde, pagar. Para elas solicitamos o perdão de vossa infinita misericórdia, sob a promessa de fazer esforços para não contrair dívidas novas.” ...

 

Não nos abandoneis à tentação, mas livrai-nos do mal. “Daí-nos, Senhor, a força de resistir às sugestões dos maus espíritos que tentarem nos desviar do caminho do bem, em nos inspirando maus pensamentos. “ ...

 

 Assim seja.

“Praza a vós, Senhor, que nossos desejos se cumpram!  Mas nos inclinamos diante da vossa sabedoria infinita. Sobre todas as coisas que não nos é dado compreender, que seja segundo vossa santa vontade, e não segundo a nossa, porque não quereis senão nosso bem, e sabeis melhor do que nós o que é a nos útil.”

 

“Nos vos dirigimos esta prece, meu Deus, por nós mesmos; nós vo-la dirigimos também por todas as almas sofredoras, encarnadas ou desencarnadas, por nossos amigos e nossos inimigos, por todos aqueles que reclamam nossa assistência, e em particular por...”

 

Aproveitando o espaço desta página, transcrevemos na íntegra a mensagem que encerra o Capítulo anterior (XXVII) que tem o titulo:

                                            ALEGRIA DA PRECE

Vinde,  vóz que quereis crer: os Espíritos celestes acorrem e vêm vos anunciar grandes coisas, Deus, meus filhos, abre seus tesouros para vos dar todos os seus benefícios. Homens incrédulos! Se soubésseis quanto à fé faz bem ao coração e leva a alma ao arrependimento e à prece! A prece! Ah! Como são tocantes as palavras que saem da boca que ora! A prece é um orvalho divino que destrói o maior calor das paixões; filha primogênita da fé, ela nos conduz ao caminho que leva a Deus. No recolhimento e na solidão, estais com Deus; para vós não mais mistérios, eles se vos revelam. Apóstolos do pensamento, para vós é a vida; vossa alma se desliga da matéria e rola nesses mundos infinitos e etéreos que os pobres humanos desconhecem.

 

Marchai, marchai nos caminhos da prece e ouvireis a voz dos anjos. Que harmonia! Não mais os ruídos confusos e a entonação aguda da Terra; são as liras dos arcanjos, a voz doce e suave dos serafins, mais leves que as brisas da manhã quando brincam nas folhagens dos vossos grandes bosques.  Em que delícias caminhareis! Vossa linguagem não poderá definir essa felicidade, tanto entrará por todos os poros, tanto a fonte na qual bebe, orando, é viva e refrescante! Doces vozes, embriagadores perfumes que a alma ouve e saboreia quando se lança a essas esferas desconhecidas e habitadas pela prece! Sem mistura de desejos carnais, todas as aspirações são divinas. E vós. Também, orai com o Cristo, levando sua cruz do Gólgota  ao Calvário; levai vossa cruz e sentireis as doces emoções que passavam em sua alma, embora carregado de um madeiro infamante; ele ia morrer, mas para viver a vida celestial na morada de seu Pai. (Santo Agostinho, Paris, 1.861).

 

* ALLAN KARDEC.   O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. 

Editado pelo Instituto de Difusão Espírita. Araras-SP. Tradução Salvador Gentile 

 

Curitiba, 01 de fevereiro de 2.012 - Reflexões do Cotidiano – Saul

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 16h13
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VIVENDO, REFLETINDO E APRENDENDO...

VIVENDO, REFLETINDO E APRENDENDO...

                   Quem de nós não tem as suas rotinas habituais? Acordo entre as seis e sete horas, em poucas palavras agradeço  mentalmente ao Criador por mais um dia de “estadia terrena” em que, procuraremos aliar o trabalho associado às Leis da Espiritualidade que aprendemos...

                   Quem tem o privilégio de viver em residência com quintal, é rodeado por pássaros em sua volta, cantando e louvando a vida em vários momentos, principalmente ao amanhecer; o nosso primeiro ato é levar algumas frutas -  quase sempre bananas. -  para ajudá-los em sua alimentação e manter as vasilhas com água; saciam a sua sede e servem para o seu “banho”.

                   Logo após quando temos inspiração escrevemos. Em seguida fazemos o café matinal; a esposa acorda bem mais tarde. Temos por hábito não ligar a TV pela manhã; eventualmente o rádio quando estamos colaborando nos afazeres domésticos. Após o almoço, assistimos um breve noticiário da TV e saímos para trabalhar, antes, porém; em frente da casa há um pequeno gramado,  com um recipiente com água, normalmente após o almoço, deixamos algum tipo de alimentação; normalmente sobra de arroz que estes pássaros comem avidamente...

                   Quando não temos necessidade de sair ao trabalho, fazemos um pequeno descanso e em  seguida passamos a abrir os e-mails, agradecendo alguns, e repassando outros aos amigos os de bom conteúdo. Na sequência digitamos alguns textos, que estiverem pendentes de algum novo trabalho, que em muitas vezes exige uma pesquisa para dar maior veracidade ao mesmo...

                  

                ...Nesta bela manhã de domingo, procuraremos levar aos nossos prezados leitores(as) a refletirem conosco sobre aqueles seres humanos, que tempo não muito distante, não tiveram acesso a uma série de benefícios, que hoje estão ao alcance da grande maioria da população; a energia elétrica, o rádio, a TV e as comunicações;  os avanços da medicina que permitem um diagnóstico preciso e a medicação adequada;   enfim proporcionam uma melhor qualidade de vida...

                   A razão nos diz que os seres humanos tivessem somente uma existência, os atuais seriam seres privilegiados, em comparação a outros que viveram há algumas décadas atrás, sem os recursos disponíveis que hoje está presente a grande maioria da população...

                      Está na experiência de várias vidas, a chave do entendimento do Divino Amor de Deus para conosco. Todos fazem parte de um longo processo evolutivo, “comparecendo” as  “escolas” de vários tempos participando, e os com mais experiências reencarnatórias, contribuindo para que a humanidade avançasse em todos os níveis do conhecimento humano...

                      Neste permanente processo vai se realizando a evolução Planetária, pasme! Até mesmo com as “emigrações” * de seres que por vários motivos aportaram aqui, para impulsionarem o nosso próprio progresso; os motivos seriam “expiações”, não acompanharam o progresso de seu mundo no campo moral; muitos, porém, vêem em missão de altruísmo para nos ajudar; confirmando as palavras de Jesus... Na Casa de Meu Pai há muitas moradas...

                        A doutrina das vidas múltiplas, e a pluralidade dos mundos habitados, são dois dos cinco postulados que se baseia Doutrina Espírita; e, com certeza,  dentro em breve a própia  ciência, haverá de confirmar esta realidade e sua evidência, e sobre tudo da Magnânima Justiça do Criador; em muitas ocasiões alguns conseguem burlar a justiça humana na presente vida; mas as Leis Divinas estão gravadas no âmago de cada consciência eterna. E poderá haver  numa nova vida a oportunidade  do ressarcimento; do mesmo modo o  incomensurável Universo, com incontáveis estrelas, acompanhadas inumeráveis Planetas; a lógica e o bom senso nos diz que deve ter vida! Parecidas com a nossa, ou estão em níveis que de momento não temos a sensibilidade de vislumbrar...      

Agradecemos a atenção e até a próxima Reflexão do Cotidiano; se Deus assim permitir.

 

* O Exilados de Capela. Edgard  Armond  primeira edição 1.949

 

Trabalhos do mês de janeiro:

OS REVESES DE CADA... 04/01/12

SOMOS RESPONSÁVEIS PELAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS? 06/01/12

OPÇÕES REPETITIVAS... 09/01/12

VINTE ANOS DEPOIS... 10/01/12

REFLEXÕES E LEMBRANÇAS... 17/01/12

O COTIDIANO DE JANEIRO... E O COMERCIAL DO ANO. 21/01/12

OS SISTEMAS ECONÔMICOS EVOLUIRÃO EM FACE DE NOVOS TEMPOS. 26/01/12

VIVENDO, REFLETINDO E APRENDENDO 29/01/12

 

Curitiba, 29 de janeiro de 2.012 - Reflexões do Cotidiano – Saul

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 21h21
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OS SISTEMAS ECONÔMICOS EVOLUIRÃO EM FACE DOS NOVOS TEMPOS...

OS SISTEMAS ECONÔMICOS EVOLUIRÃO  EM FACE DOS NOVOS TEMPOS...

        Mais cincos dias findará o primeiro mês do ano de 2.012; independente de nós, isto se repete todos os meses, pois os dias que completam o mês passam rapidamente...

          Isto nós faz lembrar o tempo em que atuávamos na área do comércio, com as preocupações naturais do final  de todos os meses: O valor das vendas alcançadas? Qual o montante dos compromissos para o próximo mês? A previsão dos recebimentos cobrirá os débitos assumidos? Isto se constitui resumidamente nas preocupações rotineiras, aos que estão ligados às áreas do comércio e da indústria...

           Muito embora, a mais de dez anos nos afastamos das atividades comerciais. Independente disto, a economia, interfere na vida de cada um; se tornando, podemos assim dizer, numa “ciência” de muita complexidade,  que afeta toda a sociedade e exige permanentes esforços dos governantes, para encontrar o  equilíbrio nos meios de produção e consumo, segundo eles, se houver pouco há a estagnação, - com a perda de empregos. - se houver muita demanda pode haver o recrudescimento da inflação. Os governos procuram a “receita mágica” para encontrar o equilíbrio, para o bem estar da própria sociedade.

           Se, muitas vezes é difícil encontrar o equilíbrio entre a receita e a despesa na economia familiar, imagine na macro-economia dos países, que precisam  permanentemente manter o equilíbrio de quanto arrecadam e quanto gastam...

           O assunto é de muita complexidade, teorias não faltam, centenas de livro foram escritos, - e continuam sendo. - apontando alternativas para chegarem a um denominador comum: Receitas e Despesas...

           Desde a muito vivemos a era do “dinheiro de plástico”, que não deixa de ser um incentivo ao consumo; se vamos às compras levando somente um valor em dinheiro, nos limitaremos a gastar o que levamos;  se usarmos  o cartão  gastará  mais, pois em alguns casos  as despesas efetuadas só virão no mês seguinte. Neste caso é preciso  ter  cautela, pois para muitos, se  isto  prevalecer em longo prazo; gastos além de seus recursos financeiros, quando se induzido, - por motivos vários. - a quitar  o mínimo da fatura, cujo saldo devedor do mês seguinte volta com juros abusivos que empatam com valor pago, e, em muitos casos até os ultrapassando o valor quitado...

            O assunto a todos afeta, na economia individual e familiar e no final se estende na economia global.

            Os meios de comunicação diariamente enfocam a situação de alguns países da Comunidade Européia, que estão com suas finanças abaladas, pois não souberam manter equidade com a arrecadação e os gastos públicos e por serem uma economia interligada, causam problemas a países de economia mais bem administrada, com destaque a Alemanha.

             Com este quadro mais recente  de uma economia globalizada, se apresentam novos desafios, que em anos anteriores não o tínhamos;  isto até o momento vem se constituindo em fator complicador de dificuldades  que exigirá permanentemente esforços em conjunto dos governantes, para  se encontrar uma solução que venha de encontro às necessidades e as dificuldades que vários países estão atravessando...

             É difícil mudar paradigmas que estão enraizados no comportamento dos seres humanos; estão condicionados a produzirem produtos visando o lucro, que quase sempre não é distribuído de modo eqüitativo aos que participam dos meios de produção; criando o interminável impasse entre o “Capital” e “Trabalho”; ao longo de muitas décadas, sistemas e teorias econômicas foram impostas, mas no decorrer dos anos,   não deram soluções aos conflitos que dificultam a sociedade que aspira por efetivas mudanças...

 

             É provável que o modelo de economia atual, precisa ser reformulado; efetivamente se mudando conceitos de comportamento das práticas econômicas* ; cada país produziria bens, - em que houvesse maior tendência e facilidade de produzir um produto,  - visando suprir as necessidades globais,  lidade de produzir um produto. globais . - tendvamente se mudando coneceitos e na economia global.

 recebendo em troca outros bens para suprirem suas necessidades; mas certamente até certo ponto isto parece ser uma idéia utópica:  o “lucro” seria palavra banida do comportamento dos seres humanos; dando lugar ao “bem comum”; é evidente que parece ser irrealizável, pois o maior entrave a superar seria o egoísmo, causa primária das mazelas humanas... 

             Rogamos mais uma vez a paciência de nossos prezados leitores(as) para mencionar O Livro dos Espíritos, que apesar de seus 155, sempre temos encontrando subsídios para tirar nossas dúvidas. No Capítulo VIII Lei do Progresso; na pergunta 789 (feita por Allan Kardec. ) O progresso reunirá um dia todos os povos da Terra em uma só nação?  E Obteve a seguinte resposta. – Não em uma só nação, isso é impossível, porque da diversidade dos climas nascem os costumes e as necessidades  diferentes que constituem as nacionalidades. Por isso lhes será preciso sempre leis apropriadas a esses costumes e a essas necessidades. * Mas a caridade não conhece diferenças de latitudes e não faz distinção dos homens pela cor.

             Quando a lei de Deus for, por toda parte, a base da lei humana, os povos praticarão a caridade de um para com outro, como os indivíduos de homem para homem. Então, eles viverão felizes e em paz, porque ninguém procurará fazer injustiça para seu vizinho, nem viver às suas custas.

            Vamos tão somente transcrever o final do adendo de Kardec, para que a resposta dada pela entidade espiritual possa ser mais bem compreendida.

            ... Comparemos esta teoria do progresso com a dada pelos Espíritos.

As almas, chegadas ao tempo da civilização, têm sua infância como todas as outras, mas já viveram, e chegaram avançadas devido a um grande progresso anterior. Elas vêm atraídas  por meio que lhes é simpático, e que está em  conformidade com seu estado atual. De sorte que, as atenções dadas à civilização de um povo não têm por efeito fazer criar, para o futuro, almas mais perfeitas, mas atrair aquelas que já progrediram, seja aquelas que viveram entre esse mesmo povo ao tempo da barbárie, seja as que vêm outra parte. Aqui, ainda, está a chave do progrersso da Humanidade inteira. * Quando todos os povos estiverem ao mesmo nível pelo sentimento do bem, a Terra não será o ponto de encontro senão de bons Espíritos que viverão entre si em união fraternal, e os maus, se encontrando repelidos e deslocados, irão procurar, nos mundos inferiores, o meio que lhes convêm, até que sejam dignos de virem ao nosso meio, transformados. A teoria vulgar tem, ainda, por conseqüência, que os trabalhos de aperfeiçoamento social não aproveitam senão às gerações presentes e futuras; é nulo para as gerações passadas que cometeram o erro de vir muito cedo,   que se tornam o que podem,  carregadas que estão de seus atos de barbárie. Segundo a doutrina dos Espíritos, os progressos ulteriores aproveitam igualmente a essas gerações que revirem em condições melhores e podem, assim, se aperfeiçoar no abrigo da civilização. (222).

           Deixamos aos nossos leitores(as),  a curiosidade de lerem por completo o adendo de Kardec, que esclarece com mais profundidade o assunto abordado.

*A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores, livro psicografado pelo médium Ercílio Mães; dá uma abrangência bem maior as nossas palavras, as teorias econômicas que sucintamente, - dentro de nossas limitações. -  elaboramos.

* O negrito é nosso

Curitiba, 26 de janeiro de 2.012- Reflexões do Cotidiano- Saul

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 09h02
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SOMOS AQUILO QUE ACREDITAMOS SER...

                       SOMOS AQUILO QUE  ACREDITAMOS SER...

                           (Porém, nem sempre isto é uma realidade.)

                

                  Ontem, já passava um pouco mais das dez horas, já íamos desligar a TV;  havíamos assistido ao filme: “Vozes do Além”,  embora houvesse exagero em alguns aspectos, abordava as manifestações espirituais via equipamentos eletrônicos, com a possibilidade de captar  gravações de vozes e até mesmo de imagens dos que partiram inesperadamente, e se vêem na outra dimensão, e tentam marcarem sua presença, para provarem que a vida continua;  porém, este assunto fica   para outra oportunidade em que  procuraremos escrever algumas palavras sobre isto,  que tem merecido exaustivas

pesquisas no Brasil e em outros países...

                  Voltando ao início de nossas palavras, ao passar pelos canais, um deles nos chamou a     atenção, pois a apresentadora afirmou que faria uma entrevista  com Inri Cristo, que estava prevendo o fim do mundo etc. Pouco depois o entrevistado se fez presente, acompanhado de suas discípulas...

                   Há muito o conhecíamos, - pela TV e rádio. - não deixa de ser uma figura enigmática que       chama a atenção, pois há muitos anos afirma sistematicamente que é Jesus que voltou, só que desta vez com o nome Inri Cristo. Constantemente aparece na mídia; durante muitos anos morou em nossa cidade; certa  ocasião  presenciamos sua participação na TV;    numa delas nos chamou a atenção:  no desfecho de sua apresentação repentinamente começou a repetir as palavras que estão numa página de rara beleza que inspiradamente foi escrita por Rubens C. Romanelli,* professor, escritor e conferencista de saudosa memória de Belo Horizonte; a célebre página em forma de um poema se intitula: “Quando...” Na ocasião este foi o encerramento de sua participação na entrevista, porém, não mencionou que o autor daquelas palavras que repetira do começo ao fim, como se fosse uma criação sua...

                    Realmente cada um é o que pensa ser, neste caso, até alguns o aceitam como o “Cristo”, que voltou; isto certamente o incentiva a prosseguir nesta fixação mental, que repete incansavelmente talvez para convencer a si próprio;  ele é o filho do “Pai” que voltou e para nosso espanto, seguidores não falta, isto  deu a ele condições de mudar-se à Brasília,  construir um amplo e confortável retiro, que abriga parte de seus seguidores mais diretos, provando com isto que deve haver muita doação para que possa manter os gastos com   esta estrutura financeira...

                    Afirmou que em breve haveria um conflito nuclear e a quase totalidade dos seres humanos pereceriam; e daí sim começaria um novo mundo...

                    Num certo momento afirmou que agora os tempos são outros, por isto usa a internet, facebook  e o twitter, não ficamos vendo até o final, pois não estava somando nada para nós, e nos causa espanto e admiração que há os que crêem que ele é o “Cristo” que voltou...

 

*Rubens Costa Romanelli, professor, conferencista e escritor, uma de suas obras mais conhecidas é: “ O Primado do Espírito. “ Quando... É uma página de um conteúdo de muita inspiração; às vezes é ofertada, e quase sempre  não mencionam a sua autoria. Quem acessar o Google, com o seu nome terá esta página que estamos citando. Nasceu em Divinópolis - MG. Em 17/09/1.913 e desencarnou junto com sua esposa num acidente automobilístico  no mês de dezembro de 1.978 aos 65 anos.

 

Curitiba 24 de janeiro de 2.012 - Reflexões do Cotidiano – Saul

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Escrito por Walmor Zimerman às 08h57
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O COTIDIANO DE JANEIRO...

                         O COTIDIANO DE JANEIRO... E O COMERCIAL DO ANO.

                O mês de janeiro é sinônimo de férias para muitos; uma pequena pausa para os compromissos rotineiros que se iniciam em fevereiro, com o fim das férias escolares, que agora são de pouca  duração. No calendário escolar de nosso tempo, o retorno era nos primeiros dias de março...

                Novo Ano, esperanças que se renovam;   cada um vai em busca de suas realizações; no trabalho, no estudo, aproveitando enfim, esta valiosa oportunidade que nos é ofertada e cada irá um aproveitar de acordo com suas aspirações...

                Ontem me foi repassado um e-mail de um dileto amigo,  de Campinas-SP; amizade que remonta a várias décadas, do tempo em que fui prestar serviço militar no Rio de Janeiro. Quando o  conheci  e também   sua família. Uma senhora nos viu quando estávamos assistindo uma palestra na FEB, e sugeriu que procurássemos a Mocidade Espírita Libertação, nos deu o endereço e o horário da reunião e o ônibus que nos levaria até o local e  assim que houve uma oportunidade lá chegamos. Fomos  recebidos fraternalmente e lá freqüentamos até o término de nosso serviço militar. Família extremamente harmoniosa da qual guardamos gratas recordações, pela atenção e cuidados que recebemos e somos gratos até hoje.

                 Segue o e-mail que não posso  deixar  de transcrever aos nossos prezados leitores(as). “O Comercial do Ano”:

               “Este comercial não tem mulheres de biquíni, não tem cachorro, não tem criança, não tem bebezinho. Este comercial não tem casal,  não tem beijo, não tem família tomando o café da manhã. Esse comercial não tem música de sucesso, não tem efeito especial, não tem   tartaruga jogando bola. Esse comercial não tem  gente famosa, nem garoto propaganda. Porque este comercial é para  vender um produto... que ninguém precisa ser convencido a comprar... e que você adora consumir... e que, por  sinal... você até já comprou... só que não estão entregando. É  um produto que não tem marca, não tem slogan, não tem embalagem,  nem faz promoção tipo “leve 3, pague 2”. Esse comercial é todo branco,  e desse jeito ele pode ser entendido  aqui e no mundo inteiro. Aliás, seria muito bom se esse comercial... pudesse passar no mundo inteiro. Porque o produto que este comercial quer vender  é a... PAZ! Enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ, não compra, faça assim: Pegue o estoque de paz que você tem ainda tem em sua casa... use no trânsito, use na fila do banco, use no elevador, use no futebol. PAZ é um produto interessante! Porque quanto mais  você usa, mais você tem. E se todo mundo usar... quem sabe chegue um dia... em que ninguém mais... precise  fazer um  comercial para vender a PAZ. Que Deus te conceda um dia de muita Paz” Esse texto é de um comercial criado por Washington Olivetto  e que foi veiculado recentemente nos cinemas. No filme a tela fica toda branca enquanto a narração diz o seguinte: (Que acabamos de transcrever acima.)

                   E como o Mundo está carente de Paz! Incontáveis Missionários do Bem vieram a Terra, exortando a Paz, o entendimento, a compreensão e o respeito à Vida!    Dentre ele, não podemos deixar de mencionar: Jesus! “ A minha paz voz deixo e a minha paz voz dou...” Paz! Uma palavra de três letras, que se fossem colocadas em prática; já teriam efetuadas as grandes transformações,  que todos nós, desejosos de um Mundo melhor, acalentamos ao longo de nossas vidas... Mas, acima de tudo é preciso crer! No poder do bem e a humanidade haverá de vencer estes desafios, pois a ausência da Paz é o maior entrave ao entendimento...

 

 

Curitiba, 21 de janeiro de 2.012- Reflexões do Cotidiano-Saul

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Categoria: Reflexões
Escrito por Walmor Zimerman às 20h17
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REFLEXÕES E LEMBRANÇAS...

                                      REFLEXÕES E LEMBRANÇAS...

              Há momentos em que questionamos a nos próprios; escrever o quê e para quê?             Diante de um mundo em permanentes transformações, políticas, sociais, religiosas e também geológicas...

               Qual o valor de nossas palavras, como tantas outras, externadas com sentimentos por alguém que quis retratar o seu tempo, melhor ou pior, tudo dependerá do anônimo observador, que não quis se omitir, mas se fazer presente para opinar, apontar caminhos, ou lembrar alguns que já foram mencionados a incontáveis anos atrás, mas que por negligência de muitos não foram assimilados, esquecidos até dos reais e  verdadeiros objetivos da valorização da própria vida em si...

              Repetir que a violência não deu e não dará  solução aos problemas humanos, nada estaríamos acrescentando de novo...

              Reafirmar que o egoísmo exarcebado é a causa primária de todas as mazelas humanas; também nada de novo estaríamos afirmando, mas continuam sendo os causadores dos infortúnios existenciais que afeta grande parte dos seres humanos...

              Mencionar que a ausência e vivência do Amor Pleno, prosseguem, afetando pessoas, causando sofrimentos de difícil reparação...

               Comentar que os níveis de programação de nossa TV, estão a desejar, em que  a mediocridade está em alta na  maioria das programações,  sem conteúdo, nada acrescenta ao nosso dia-a-dia; competindo a nós,  tão somente desligar,  em um sinal de protesto pela falta de  criatividade...               

              Bem sei que são  palavras e pensamentos repetitivos, mas que têm utilidade no grave momento de transição que estamos envolvidos; é preciso crer no valor da honestidade, crer nos valores éticos e morais para que a sociedade reencontre melhores caminhos que dê ao cidadão a segurança em que os seus direitos sejam respeitados; inclusive suas vidas, por aqueles que persistem viver à margem da lei, cujas causas são complexas de diagnosticar, mas com certeza estaria nas famílias desestruturadas e a ausência de Deus em seus corações...

       

          ... Estamos com o carro estacionado na PUCPR.  Nossa filha não se sentia segura para vir até aqui sozinha; os conduzimos para trazer a documentação da conclusão do segundo grau, de nosso neto Lucas,  para garantir sua matrícula, visto que  foi aprovado no vestibular da Ciência da Computação.

             Inevitavelmente, durante mais de uma hora que ficamos os aguardando; lembranças nos vêm  à mente fora ele * , amigo de muitas décadas, na época então com 28 anos, a família formada pela esposa e três filhos; cujo dois deles,   seguiriam  mais tarde sua profissão...

            Primeiramente, cumpriu  a promessa que fizera aos seus pais,  que depois de formado dar a eles uma casa própria e meios para que facilitassem sua subsistência...              

            Lecionando na Universidade Federal do Paraná, na área que escolhera por vocação:  Química, sendo mestre por excelência, que aliava aulas teóricas, com as práticas de laboratório, que dariam aos seus alunos, segurança no desempenho de seus futuros trabalhos, que iriam exercer mais tarde na profissão de Engenheiro Químico...

              Na época, o professor que lecionasse numa Universidade era supervalorizado e poderia acomodar-se e para que buscar novos desafios?

             Alma lúcida que já despertara  no seu íntimo os “talentos” que o Supremo Criador lhe outorgou; muito embora já aceitasse a Doutrina Espírita que lhe dava as respostas aos questionamentos sobre os enigmas da vida, porém, isto não serviu de empecilho para não colaborar, mas sim, prestar sua valiosa ajuda para a fundação de mais uma Universidade; ele com mais cinco clérigos deram o inicio em 1.946, no



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Escrito por Walmor Zimerman às 17h50
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REFLEXÕES E LEMBRANÇAS...

antigo colégio Santa Maria, na Rua 15 à PUCPR-Pontifícia Universidade Católica do Paraná, embora tenha tido o seu início num pequeno local, hoje ocupa um amplo espaço, com surpreendente crescimento, jamais esperado de como modestamente começou há sessenta e seis anos... Durante mais de três décadas incansavelmente ali lecionou, agraciado com o  precioso título de Professor Emérito.

               Numa prova eloqüente que quando há maturidade espiritual é possível se vencer as próprias convicções religiosas, dando lugar ao sentimento de religiosidade que supera tudo isto, pois acima de tudo prevalece a vontade de servir e ser um instrumento para o  bem comum...

               No início da década de 70  o conhecemos e aos poucos fomos nos   inteirando de suas atividades; durante longo tempo trabalhamos juntos, na mesma Casa Espírita; mais tarde,  constantemente, o conduzimos em suas palestras; sendo professor, tinha facilidade de transmitir os ensinamentos que a Doutrina Espírita exorta; muitas de teor científico; sabia trazer para a platéia menos letrada, o entendimento para que    conseguisse assimilar e entender.

              Havia, porém, um derradeiro desafio, que se prepusera a vencer, muito embora com obstáculos de difíceis superações; durante muitos anos se dedicou a estudar o elemento magnésio para fins industriais e farmacêuticos e a viabilidade de se construir uma indústria genuinamente nacional que pudesse suprir o mercado interno e quem sabe mais tarde até exportar...  Segundo ele isto se deu em 1.964, quando leu numa revista cientifica, que a América Latina deveria construir uma indústria para suprir suas necessidades e não depender tão somente de importações.

              Para que isto se tornasse realidade, era preciso achar tempo para prestar seus préstimos à iniciativa privada, para ter suporte financeiro ao complexo empreendimento; como conseguia tempo para tudo?              

              Anos de pesquisas, sempre conciliando com o seu trabalho de professor nas duas universidades; quando finalmente no início da década de 80 colhe os primeiros resultados de seu sonho acalentado durante anos... A indústria que teve desde o começo a participação de um de seus filhos começa a produzir o elemento magnésio, extraído do mar, suprindo o mercado interno e mais tarde as primeiras exportações; está localizada em Barra do Sul, próximo a Joinville, Santa Catarina.

              Aceitando o seu convite, passamos em 1.998   a nos dedicar integralmente   à divulgação junto à classe médica das “Gotinhas da Saúde”.

              O tempo passa célere para todos. Cumprira com denodo sua missão entre nós, e no dia 30 de janeiro de 2.010, parte placidamente aos 92 e dois anos, de uma vida profícua e repleta de realizações; comumente isto é muito comum; os grandes benfeitores passam quase despercebidos na valorização de sua missão; não é destaque na mídia, normalmente enaltecem outros “valores”, e certamente isto não os afeta, pois desde a muito estão vivendo em outro nível de consciência os “aplausos” e os reconhecimentos são dispensáveis...

              Agradecemos aos nossos leitores(as) a paciência de ler nossas palavras e esperamos ter externado  algo de bom com nossas palavras de hoje.

 

* Nos referimos ao Professor Doutor Reinaldo Spitzner, natural de Curitiba, autor de vários livros e de inúmeros trabalhos científicos. De reconhecimento mundial de pesquisador na área do elemento magnésio.

 

 

Curitiba, 17 de janeiro de 2.012- Reflexões do Cotidiano- Saul

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Escrito por Walmor Zimerman às 17h47
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OPÇÕES REPETITIVAS...

                                     OPÇÕES REPETITIVAS...

                 Ao longo da história da humanidade, as desigualdades sociais, foram sempre motivos de constantes revoluções, mudanças de regimes políticos, quase sempre impostos pela violência e as arbitrariedades sem limites, para se apossarem do “poder”; retirando-os dos que  até a pouco os exerciam, em muitos casos com o sacrifício de suas próprias vidas, sem direito de defesa; * comumente se instala um “novo regime”, que promete dar definitiva soluções as desigualdades sociais, mas com o passar do tempo não dão  os resultados prometidos; exemplo mais recente o regime socialista imposto à Rússia, que durou mais de sete décadas...

                  Demonstrando a ineficácia quando se impõe mudanças sociais por decretos; cuja vida dos seres é vista como única; e não leva  em consideração que cada ser humano, naquele exato momento é o resultado de aquisições de vivências e experiências reencarnatórias.

                   Quase sempre  os que hoje reclamam afoitamente das desigualdades sociais, no remoto passado ou no  recente foram agraciados com os bens transitórios, e não souberam usá-lo com dignidade e justiça social; foi canalizado tão somente para satisfação de seu egoísmo pessoal; associado ao seu orgulho sem limites...  

                   Com certeza, - a razão nos diz. -  que a grande falha dos diversos regimes políticos e econômicos, persiste  numa visão materialista que vêem nos seres humanos a idéia de uma única existência; não levando em consideração esta realidade, - já aceita por parte da própria ciência, diante de tantas evidências. - não somos iguais, em função de “aprendizados” anteriores de múltiplas vidas; isto nos faz diferentes no nosso comportamento de aptidões, e na própria capacidade de vencer desafios; sistemas arbitrários se constituem em inibidores para que possam por em prática este aprendizado já adquirido...

                   No Evangelho Segundo o Espiritismo, há uma belíssima página intitulada: Desigualdade das Riquezas; que pedimos permissão aos nossos amáveis leitores (as), para transcrever sucintamente alguns tópicos que elucidam melhor nossas palavras: “ A desigualdade das riquezas é desses problemas que se preocupa em vão resolver, se não se considera senão a vida atual.”* “A primeira questão que se apresenta  é esta: Por que todos os homens não igualmente ricos? Não o são por uma razão muito simples; é que eles não são igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem moderados e previdentes para conservar”. *

... “ a pobreza é para uns a prova da paciência e da resignação; a riqueza  é para outros a prova da caridade e da abnegação.”

... “ as leis podem, momentaneamente, mudar o exterior, mas não podem mudar o coração; por isso, elas não têm senão uma duração temporária, e são sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. A fonte do mal está no egoísmo e no orgulho; os abusos de toda espécie cessarão por si mesmos quando os se regerem pela lei da caridade. “*

Esta elucidativa página faz parte do capítulo XVI item 8, que sugerimos a curiosidade de nossos leitores(as) para lerem ou relerem, pois muito embora tenha sido escrita a mais de um século e meio, nem por isto deixa de ter sua validade para os nossos momentos atuais...

 

*Nos referimos ao último Czar da Rússia, Miguel Alexandrovich Romanov, que com  toda sua família foi cruelmente executado no dia 12 de junho de 1.918;  a pretexto da implantação de um novo regime político o “socialismo”; que perfurou até 1.989.

* O Negrito é nosso.

Curitiba, 09 de janeiro de 2.012 - Reflexões do Cotidiano – Saul

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Escrito por Walmor Zimerman às 22h07
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VINTE ANOS DEPOIS...

                                             VINTE ANOS DEPOIS...

(Continuação: Os Reveses de Cada Um...).

Vinte anos se passaram céleres em sua vida; após o encerramento de seu Colégio; foram oito anos de profícuo e árduo trabalho, junto com aquela que se tornara sua esposa e incentivadora para que pudesse superar aqueles momentos difícieis e tivesse condições para um novo recomeço; os livros iam surgindo, contendo propostas novas e melhorando o ensino na sua pátria de origem * que, inegavelmente se mantinha vanguarda em todas as áreas do conhecimento humano da época; berço do escritor *, que se tornaria destaque, em que suas obras literárias iriam muito além de suas próprias fronteiras...

 

O monumento símbolo da cidade seria construído trinta e cinco  depois;  * e bem mais  tarde o primeiro vôo nos céus, que caberia a um dos mais ilustres brasileiros, * que deu início ao homem, a liberdade de voar, imitando os pássaros que a incontáveis anos,  cruzam os horizontes vencendo a lei da gravidade...

 

Era um dia como outro qualquer, tinha perto de cinqüenta anos, alma lúcida, sempre disposta a analisar, pesquisar e aí sim, ter condições de opinar. Neste dia, por “acaso” se encontra com Sr. Fortier, (1854) ligado às pesquisas do magnetismo,  já se conheciam há algum tempo, após os cumprimentos habitais, estava eufórico para transmitir as “novidades”; está sabendo amigo Rivail, - há amizade de algum tempo dava a ele esta liberdade. - que nos salões de festas de nossa cidade, em dado momento estão reservando um espaço dedicado às “mesas girantes”?  Como?  Pergunta ele, e este responde; algumas pessoas se sentam em torno de uma mesa, colocam as mãos sobre ela, e um grande público fica em volta observando; a mesa se movimenta independente da vontade das pessoas, embora o amigo continuasse entusiasmado, ele houve cético, agradece e se despede, para voltar aos seus afazeres   habituais...

 

Passam-se mais alguns dias e novo e inesperado reencontro, o amigo está  mais eufórico e entusiasmado para dar novas notícias; -  sabe Rivail, as mesas além de girarem estão respondendo perguntas... Ele continuava um pouco descrente; mas pesquisador nato diz: ás mesas para responderem perguntas tem que ter cérebro; foi convidado e incentivado pelo amigo, marcar um encontro para assistir a  uma reunião.  No dia e hora combinado comparece. Cauteloso, observa os mínimos detalhes, e sente ali estava ocorrendo um fenômeno além das percepções físicas e que deveria merecer uma pesquisa séria, para se tirar proveito do que estava por detrás disto...

 

Três anos depois, aquilo que parecia ser uma reunião frívola, sem objetivos sérios, após muita dedicação e constante trabalho de pesquisador e Coordenador, é finalmente lançado o célebre livro, * que até hoje tem o seu encanto para almas que havidamente procuram uma solução aos questionamentos existenciais; Quem somos? De  onde viemos? E para onde vamos? As 1018 perguntas e respostas continuam sendo as chaves para as respostas as nossas indagações; nos momentos de tristeza;  parece que vão nos faltar forças para superar as agruras da vida, é o farol que ilumina e aponta o caminho que vêm de encontro as nossas necessidades; hoje, amanhã e sempre...

 

Perto de quinze anos se passaram, após aquele memorável encontro que o despertou a lançar-se a investigar e pesquisar o que estava por trás daqueles fenômenos ostensivos; foram anos de trabalhos de dedicação e  incansável esforço para dar um suporte doutrinário, lógico as leis da espiritualidade em que os mundos e os seres humanos estão subordinados... No dia 31 de março de 1869, em pleno trabalho parte, deixando para a humanidade um rastro de luz! Que continua ao alcance de nossas mãos, ao folhearmos os seus livros; se para alguns é difícil achar tempo para ler e estudá-las, imagine a ele que em condições totalmente adversas teve a capacidade  escrevê-las, com análise minuciosa, para que os conteúdos não dessem margens a interpretações dúbias...

 

A Revista Espírita, fundada por ele em 1858;  somente os artigos para ler,  coordenar e editar é um monumental labor que duraram 12 anos - mensalmente. -  até o mês de seu desenlace; como conseguiu tempo para tanto trabalho? Certamente, as almas missionárias sempre têm tempo... Na ocasião de seu desenlace, a edição de abril já estava sendo entregue aos assinantes, razão pela qual a notícia de seu falecimento somente saiu no mês de maio. Transcrevemos o tópico final destas mais de sete folhas que homenageavam seu trabalho dedicado nos últimos anos  à edificação da Doutrina Espírita...

*”Uma individualidade poderosa constituiu a obra, era o guia e a luz de todos. A obra, sobre a Terra, nos tornará lugar do indivíduo. Não se reunirá em torno de Allan Kardec; reunir-se-ão em torno do espiritismo tal como constituiu, e por seus conselhos, sob sua influência, avançaremos com passos certos para as fases felizes prometidas à Humanidade regenerada.”.

Finalizamos com a mensagem abaixo, que enaltece a missão que viera predestinando.

 

 7 de maio de 1.856 Óbras Póstumas

(Em casa do Sr. Roustan;  Médium: Srta. Japhet)

Aquele que mais tarde seria conhecido por Allan Kardec, recebe uma comunicação pessoal: Minha Missão.

 

P.- (a Hahnemann) -  Outro dia os Espíritos me disseram que eu tinha uma importante missão a cumprir e mostraram-me se objetivo. Gostaria de saber se o confirmais.

R. – Sim, e se interrogares tuas aspirações, tuas tendências e o objeto quase constante de tuas meditações, isto não deve surpreender-te. Vais realizar aquilo com que sonhaste durante longo tempo. Cumpre que trabalhes ativamente nisso para estares pronto, porque o dia está mais próximo de que pensais.

P. – Para cumprir essa missão, como a compreendo, são necessários meios de execução que ainda não estão em meu alcance.

R. – Deixa a Providência agir e ficarás satisfeito.

 

*Paris-França

*Victor Hugo 26/02/1 802 - 22/05/1885 O seu romance Os Miseráveis é conhecido mundialmente.  liberdade de voar, imitando os pstres brasileiros, * que deu ins as dorfa  

* A Torre de Eiffel foi inaugurada em 1889

* O ilustre brasileiro Alberto Santos Dumond. 20/07/1 873-23/07/1932 É considerado o Pai da Aviação.  Este histórico vôo foi realizado em Paris, em 23/10/1906.

A primeira edição de O Livro dos Espíritos foi em 18 de abril de 1857

Alguns nomes e datas foram compilados do Google.

Buscamos algumas fontes no volume dois de: Allan Kardec ( Pesquisa Biobibliográfica e Ensaios  de Interpretações.) de Zêus Wantuil e Francisco Thiesen da FEB 1978  

*Revista Espírita Tomo XII- Maio de 1869; publicado pelo Instituto de Difusão Espírita, tradução de Salvador Gentile; primeira edição 1.000 exemplares – dezembro/2.001.

 

Curitiba, 10 de janeiro de 2.012- Reflexões do Cotidiano- Saul

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Escrito por Walmor Zimerman às 22h28
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